Audiência discute novo anel viário em Campo Grande 3q471
Campo Grande tem mais de 24 quilômetros de rodovia que am por dentro da cidade, situação que sobrecarrega o movimento e aumento o risco de acidentes 572a5c
Uma audiência pública na tarde desta segunda-feira (13) discutiu a necessidade de mudanças no anel rodoviário de Campo Grande. A proposta é aproveitar o período de relicitação da BR-163 para incluir a obra no novo edital.

Campo Grande tem mais de 24 quilômetros de rodovia que am por dentro da cidade, situação que sobrecarrega o movimento e aumento o risco de acidentes. Um levantamento do MPE (Ministério Público do Estado) aponta que, por ano, são registrados cerca de duzentos acidentes só no anel rodoviário da Capital. O órgão abriu um processo istrativo para acompanhar as discussões.
“O anel viário hj ele acabou virando uma grande avenida de Campo Grande, então ele é muito utilizado. Você acaba tendo confronto de um fluxo de veículos diferentes, andando numa velocidade mais baixa, andando a 50 por hora e ainda tem os caminhões e carretas bi-trem e ônibus rodoviários, rodando a 100, 140 quilômetros por hora”, comenta o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Janine de Lima Bruno.
Quem mora perto do anel rodoviário também reclama da falta de segurança. Carlos Henrique Faustino Rosa é presidente do Conselho Regional da Região Urbana do Prosa – que atua em quarenta e oito bairros da região.
Na audiência pública, ele apresentou as dificuldades dos moradores. “Fluxo de pedestres, bicicleteiros, motociclistas, não tem vias de o, não tem vias paralelas e o índice de velocidade, acidentes, mortes é alto. A nossa preocupação é com a integridade do transeunte”, comenta.
Qual a proposta? 5dd71
A proposta dos defensores da criação de um novo anel rodoviário é aproveitar esse período de relicitação da rodovia 163, que inclusive, foi prorrogado por mais dois anos, pra discutir propostas de mudanças e melhorias no anel rodoviário de Campo Grande. Em Brasília, a bancada federal de Mato Grosso do Sul vai dialogar, pra tentar incluir essas obras, neste trecho, no novo edital de concessão da rodovia.
“A ANTT apresenta apenas uma duplicação do anel como solução, nós entendemos que a duplicação pode ser emergencialmente uma ação resolutiva, mas nos entendemos que pra ter algo definitivo pra anos, para décadas, é justamente a mudança do traçado como medida que vai resolver o problema e não só mitigar as dificuldades” opina o deputado federal do PSDB, Beto Pereira. Assim que a relicitação for concluída, a empresa vencedora vai cuidar da 163 por trinta anos.